Economia Circular
A economia circular
é a essência do nosso negócio.
Operamos um modelo integrado que valoriza o uso contínuo dos recursos, reduz desperdícios e transforma resíduos em novas oportunidades, conectando eficiência produtiva, responsabilidade ambiental e geração de valor.
Da floresta plantada às embalagens sustentáveis, atuamos em ciclos que se renovam, com foco em matérias-primas renováveis e recicladas, reaproveitamento de resíduos e produtos 100% recicláveis.
Veja como a economia circular está presente de ponta a ponta na Irani.
Mais do que um compromisso, a economia circular orienta nossas decisões, nossa cultura e a forma como construímos soluções sustentáveis para o presente e o futuro.
Iniciativas sustentáveis de circularidade
Investimos continuamente em projetos que ampliam o reaproveitamento de materiais, a eficiência dos processos e a regeneração de recursos. São iniciativas que fortalecem nossa atuação em economia circular, conectando inovação, responsabilidade ambiental e geração de valor ao longo de toda a cadeia produtiva.
Planta de reciclagem de plástico
PLANTA DE RECICLAGEM DE PLÁSTICO
Após 6 anos de pesquisa, criamos a primeira Planta de Reciclagem de Plástico dentro de uma indústria de papel. A iniciativa transformou um grande desafio ambiental (mais de 1.500 toneladas mensais de resíduos enviados ao aterro) em uma nova cadeia de valor.
Na Unidade Papel SC, em Vargem Bonita, desenvolvemos um processo capaz de separar e reaproveitar fibras e resíduos plásticos das aparas de papel reciclado. Com investimento de R$ 720 mil, o projeto permitiu recuperar fibras para reprocessamento interno e transformar o plástico em uma nova matéria-prima, utilizada na fabricação de produtos como madeira plástica, paletes e telhas.
Desde então, a capacidade da planta evoluiu de 10 para 130 toneladas por mês, ampliando o impacto ambiental e econômico da iniciativa.
Cinzas da Caldeira HPB
O uso das cinzas da caldeira HPB é um projeto que se tornou possível por meio de um sistema de lavagem de gases na chaminé da caldeira para retenção úmida de partículas.
A água com material particulado é filtrada e gera dois resíduos (cinza grossa e cinza fina):
O resíduo de cinzas finas é usado na agricultura e em florestas para enriquecimento do solo, com autorização emitida pelo MAPA.
O resíduo de cinza grossa é encaminhado para a GTNH que o transforma em briquetes de carvão vegetal e comercializa com a marca Carvão Ecomais.
Com investimento de aproximadamente R$ 7 milhões, a GTNH instalou sua planta em terreno da Irani onde os resíduos são processados e transformados em briquetes de carvão vegetal. O produto é mais compacto e sua queima tem chamas limpas e sem fumaça. Portanto, pode substituir com eficiência o gás, a energia elétrica, o carvão mineral e a lenha.
O processo tem capacidade anual de processamento de mais de 8 mil toneladas de carvão, evitando a emissão de mais de 33 tCO2eq. A expectativa do projeto é processar 100% das cinzas da caldeira, produzir 45 toneladas de carvão vegetal por dia e prolongar em cinco anos a vida útil do aterro.
Carbonato de Cálcio
Na produção de celulose, o carbonato de cálcio gerado na recuperação da soda cáustica deixou de ser resíduo para se tornar um novo produto: um Corretivo de Acidez do Solo registrado no MAPA.
Desde 2010, em parceria com o Programa Terra Boa, do estado de Santa Catarina, cerca de 40 mil toneladas anuais são destinadas a produtores rurais dos três estados do Sul, contribuindo para a conservação e melhoria da qualidade do solo.
Além de criar uma nova cadeia de valor, o projeto reduz impactos ambientais, amplia a vida útil do aterro industrial, gera empregos e cria novas fontes de receita.