Quem somos

Nossa Essência e História.

Prazer, nós somos a Irani.

Uma indústria de papel e embalagem com 85 anos de história.

Acompanhamos de perto toda a cadeia produtiva e as interfaces complementares e cultivamos relacionamentos próximos para integrar nossa experiência às necessidades de quem faz negócios com a gente.

Somos referência não apenas em nossa área de atuação, mas também em sustentabilidade e buscamos construir relações cada vez mais transparentes com os nossos clientes e com o mundo.

Mais de 8 décadas de experiência. 

Estamos em 4 estados, com 5 unidades de negócio.

Mais de 2 mil colaboradores diretos.

Única empresa brasileira no segmento de embalagem listada no Novo Mercado da B3.  


Estrutura

Onde estamos.

4 estados, com 5 unidades de negócio e 2 escritórios.

Nossa História

85 anos
passados a limpo.

Mais de 8 décadas e meia de infinitas memórias requer precisão. Nos textos a seguir, há um conjunto suficiente de palavras para compor um glossário próprio da Irani. Simplicidade, ética, transparência, empreendedorismo, inovação, pessoas, clientes. Vocábulos assim estão no dia a dia da empresa desde os seus primórdios. Um deles, em especial: pioneirismo. Muito antes de a pauta ambiental entrar de vez na rotina das grandes organizações, o conceito de sustentabilidade já tomava corpo para a Irani. Um negócio que vai além da manufatura de papel e embalagem. Uma busca incessante por semear relações para colher prosperidade.

1941

A epopeia dos desbravadores.

No começo da década de 1940, uma expedição comandada por Alfredo Fedrizzi desbravou Santa Catarina e Paraná atrás de terras com abundância de pinheirais para construir uma fábrica de papel.

1951

Uma década de superação no cenário de euforia.

Duas palavras marcaram os anos 1950 no Brasil: euforia e otimismo. Esse sentimento de confiança em um futuro promissor se baseou, em parte, no crescimento econômico em nível global registrado após o término da Segunda Guerra Mundial. Mas também foi impulsionado pela construção da nova capital federal, Brasília, concluída no início da década posterior.
1961

Uma fase de transição antes da expansão dos negócios.

Nos anos 1960, a indústria de papel e celulose brasileira avançava com lentidão em direção ao futuro. Tanto que, em meados da década, o BNDE produziu um estudo para diagnosticar quais eram as principais dificuldades do setor.

1971

Novos horizontes se abrem para a Irani.

A indústria papeleira iniciou a década de 1970 em ascensão, impulsionada pelas políticas de incentivo adotadas nos anos anteriores. Essa evolução se traduziu em números – entre 1957 e 1973, o aumento da produção de celulose havia sido de quase sete vezes, ao passo que o consumo interno tinha crescido 3,5 vezes, propiciando que as empresas se voltassem para o mercado externo.
1981

Avanços em meio à instabilidade da “década perdida”.

Ao longo da década de 1980, a indústria papeleira passou por um processo de consolidação, ao mesmo tempo que investia fortemente para modernizar a infraestrutura e aumentar a produtividade. Em termos de gestão, o período assinalou o início de uma tendência de profissionalização dos cargos de administração das empresas.

1991

Fim de um século, início de um ciclo.

Fundado em 1967, o Grupo Habitasul, de Porto Alegre, buscava diversificar os negócios na primeira metade da década de 1990. Na época, tinha como principais áreas de atuação os empreendimentos imobiliários e de hotelaria e turismo. “Queríamos atuar em um segmento que estivesse vinculado às vantagens comparativas do Brasil. A princípio, estávamos em dúvida entre o agronegócio e a indústria de base. Acabamos optando pelo setor papeleiro”, relembra Péricles Pereira Druck, que hoje é presidente do Conselho de Administração da Irani e do Grupo Habitasul.

2001

A consolidação de uma nova Irani.

A primeira década do século 21 marcou a consolidação da nova fase da Irani, após a incorporação da empresa ao Grupo Habitasul. Em 2004, ela alcançou a liderança no mercado nacional de papel de baixa gramatura (35 a 60g/m²). Além disso, obteve aprovação do Instituto Adolfo Lutz para comercializar soluções de embalagens de contato direto com alimentos. Com isso, assegurou presença em grandes redes de fast-food e padarias.

2011

Do dever de casa ao círculo virtuoso.

No começo da década de 2010, a Irani alcançou a terceira posição no mercado de papel ondulado no Brasil com a aquisição da São Roberto, com fábricas em São Paulo e Minas Gerais.

2021

Horizonte promissor.

Corria o início da década de 1940 quando Alfredo Fedrizzi liderou uma expedição em busca de florestas com abundância de pinheirais. O objetivo? Construir uma fábrica de papel. Era uma tentativa ousada de diversificar os negócios da Vinícola Riograndense, de Caxias do Sul. Depois de percorrer campos no Paraná e em Santa Catarina, o martelo foi batido por uma área do Meio Oeste catarinense. Nos recônditos de Várzea Bonita, escondia-se uma floresta de araucárias perfeita para o início da produção. Havia um horizonte bem delineado para a Irani..

O que nos move para o futuro?

Nossos negócios nascem da conexão com recursos naturais renováveis. Há 85 anos fabricando produtos 100% recicláveis desde a sua matéria-prima, que respeitam e impactam positivamente comunidades e o meio ambiente. Desejamos seguir pelos próximos anos planejando, modelando e envolvendo a vida das pessoas e do planeta.